A nossa filosofia está expressa no que Portugal e Brasil são em termos marítimos, ou seja, uma grande potência riquíssima em recursos naturais, a “Amazónia Azul” que precisa de ser defendida em várias vertentes para preservar, a natureza, o desenvolvimento económico social e a soberania do território de um povo nosso irmão.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015
19º Aniversário do Centro de Intendência da Marinha em Rio Grande
O Centro de Intendência da Marinha em Rio Grande tem o propósito de contribuir para a prontidão dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, sediados ou em trânsito em suas respectivas áreas de responsabilidade, bem como dos estabelecimentos de terra por eles apoiados.
Para a consecução do seu propósito, cabe ao CeIMRG as seguintes tarefas:
I –executar as atividades gerenciais: armazenagem; contabilidade do material; controle de estoque; destinação de excessos de material da linha de fornecimento do SAbM; e tráfego de carga;
II –administrar os Postos de Distribuição de Uniformes (PDU) sob sua responsabilidade;
III –coordenar e executar a fase II do POSE, em conjunto com a equipe dos navios;
IV –apoiar o cumprimento do Plano de Prontidão Permanente do SAbM (P3SAM);
V –executar, de forma centralizada, a atividade gerencial obtenção cuja competência lhe seja atribuída, incluindo processos licitatórios, inclusive para contratação de transporte por delegação de competência da autoridade requisitante, e a celebração de acordos administrativos;
VI –exercer atribuições de Unidade Gestora Executora (UGE) da execução financeira para as OM apoiadas, cuja competência lhe seja atribuída;
VII –exercer as atribuições de Organização Centralizadora (OC) do pagamento do pessoal militar e de Unidade Pagadora (UPAG) do pagamento do pessoal civil para as OM Centralizadas (OMC) / OM apoiadas, cuja competência lhe seja atribuída;
VIII –exercer a centralização da Gestoria da Conta de Pagamentos Imediatos (COPIMED) para as OMC;
IX –proceder as alterações de pagamento do pessoal militar inativo, pensionista e anistiado, em suas respectivas áreas de responsabilidade, conforme especificado em oriundas da Diretoria-Geral do Pessoal da Marinha, da Secretaria-Geral da Marinha e orientação do Com5ºDN;
X –emitir e assinar as requisições de transporte autorizadas pela Autoridade Requisitante em relação ao transporte de pessoal e bagagem, conforme orientação do Com5ºDN.
domingo, 23 de agosto de 2015
Dia do Aviador Naval
” No Ar, os Homens do Mar.”
A história da Aviação Naval Brasileira se inicia em 23 de agosto de 1916, com a assinatura do decreto de criação da Escola de Aviação Naval (EAvN), pelo então Presidente Wenceslau Braz, sendo ela a primeira escola de aviação militar do Brasil e, portanto, o berço de nossa aviação militar.
Nesses 99 anos de existência, a Aviação Naval vem traçando um trajetória marcada pelo pioneirismo e bravura, lembrando que apenas dez anos após o primeiro voo do 14Bis por Santos Dumont, a Marinha do Brasil já fazia história com a aeronave Curtiss F 1916, iniciando a conquista da operação aérea em proveito dos meios da Esquadra.
Fatos que vão desde a realização do primeiro deslocamento aéreo no Brasil, passando pela participação na 1ª Grande Guerra, integrando o 10° Grupo de Operações de Guerra da RAF, até os dias atuais, nas operações com asa-fixa embarcada no Nae São Paulo (A12), o que coloca a MB em um seleto grupo dentre as marinha do Mundo.
A Aviação Naval se faz hoje presente em todo o território nacional, desde a Amazônia Azul até a Verde, através de seus Esquadrões Distritais (HU-3 em Manaus-AM, HU-4 em Ladário-MS e o HU-5 em Rio Grande-RS) e dos demais Esquadrões (HI-1, HU-1, HU-2, HA-1, HS-1 e VF-1) que formam o complexo aeronaval de São Pedro da Aldeia, que ainda compreende o Comando da Força Aeronaval, Base Aéra Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN), Depósito Naval de São Pedro da Aldeia (DepNavSPA) e a Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA), contribuindo assim para a Defesa da pátria.
No mundo verde da Amazônia, presta apoio na área da saúde às populações ribeirinhas e patrulha nossa vias fluviais, no Pantanal, protegendo as nossa fronteiras e se estendendo até o Continente Antártico, apoiando a Estação Antártica Comte. Ferraz (EACF) e compondo o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) no Napoc Ary Rongel, apoiando também o desenvolvimento científico do Brasil.
A Aviação Naval Brasileira está preparada para atuar em qualquer outro cenário onde a sua presença se faça necessária.
domingo, 2 de agosto de 2015
Aniversário de Criação do Comando da Marinha 2015
Assunto: Aniversário de Criação do Comando da
Marinha
Celebramos hoje, 28 de
julho, o 279º Aniversário do Comando da Marinha. Nossa secular instituição tem
uma bela história, da qual devemos nos orgulhar, e cuja tônica sempre foi o
comprometimento com a manutenção da integridade nacional, da soberania plena e
do desenvolvimento do Brasil.
Historicamente, a origem da
Marinha remonta a criação, por D. João V, Rei de Portugal, da Secretaria de
Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, em 28 de julho de 1736.
Com a invasão das tropas napoleônicas à Península Ibérica e o deslocamento da
Corte Real para o Brasil, em 1808, o titular da pasta, D. João Rodrigues de Sá
e Menezes, Conde de Anadia, também acompanhou a Família Real, sendo que, após o
retorno de D. João VI a Portugal, em 1821, conservou-se na estrutura
administrativa a Secretaria de Estado da Repartição da Marinha no Brasil, que
perduraria durante todo o período Imperial.
Após a Proclamação da República e
a decorrente reorganização da Administração Federal, foi criado, em 1891, para
substituir a Repartição, o Ministério da Marinha. Tal designação permaneceu até
9 de junho de 1999, quando, por meio da Lei Complementar nº 97, passou a
chamar-se Comando da Marinha, subordinado ao recém criado Ministério da Defesa.
Ao analisar o passado, torna-se
patente a ligação do mar com relevantes momentos históricos, reforçando a
acertada decisão de sempre contar com uma Marinha atuante e preparada. Nossas
participações na Guerra da Independência, na Campanha da Tríplice Aliança e nas
duas Grandes Guerras refletem a umbilical relação e dependência que existiu
entre a Pátria e o mar. Hoje, essa vinculação segue fortalecida e acrescida de
novas facetas, pois do mar e das hidrovias interiores, vivem e trabalham
milhares de brasileiros, que se dedicam a explorar recursos naturais
imprescindíveis; a operar o modal marítimo que realiza a quase totalidade do
escoamento do comércio exterior; e na importante área da indústria de
construção naval que dá suporte a essas atividades. Esse estratégico setor é
capaz de gerar impactante desenvolvimento econômico e integração social,
principalmente em um País de dimensões continentais com extenso litoral e ampla
malha hidroviária. Na gloriosa trajetória da Instituição, tivemos a distinção de contar em nossas fileiras com honrados brasileiros que, por sua dedicação e nacionalismo, tornaram-se líderes navais e ícones nacionais, tais como Tamandaré, Barroso, Alexandrino, Frontin e Saldanha da Gama, dentre muitos outros insignes Chefes. Deles herdamos um passado de conquistas, riquíssimas tradições e alicerçante cultura organizacional que nos permite, nos dias de hoje, receber amplo reconhecimento e confiança da sociedade.
Atualmente seguimos, marinheiros, fuzileiros navais e servidores civis, conscientes de quão importante para o Brasil continua a ser nossa presença e atuação em todos os rincões do território nacional e para tal, não podemos esmorecer frente às dificuldades que se apresentam, demonstrando a grandeza do espírito patriótico e comprometimento com o País.
Tenho plena consciência que, em
279 anos de existência, passamos por outros períodos demandantes, mas jamais
sucumbimos à tentação da leniência e, uma vez mais, concito nossas mulheres e
homens para que trabalhem voltados por consolidar as conquistas logradas e por
construir o futuro.
EDUARDO BACELLAR LEAL FERREIRA
Almirante-de-Esquadra Comandante da Marinha
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