CRONOLOGIA DA INVASÃO PARAGUAIA
AO RIO GRANDE DO SUL - 1865
Luiz Ernani Caminha Giorgis, Cel
Ano de 1864
Abril - inicia o treinamento de
soldados paraguaios em Encarnacion pelo Major Pedro Duarte e depois pelo Ten
Cel Antônio de La Cruz Estigarríbia (Machado, 2010, p. 11).
11 de novembro - o governo
paraguaio apreende em Assunção o vapor (paquete) brasileiro Marquês de Olinda
que estava de viagem para o Mato Grosso prendendo o Governador e Comandante das
Armas nomeado para aquela Província Cel Frederico Carneiro de Campos e todos os
passageiros e tripulantes.
13 de dezembro - a República do
Paraguai declara oficialmente guerra ao Império do Brasil.
Parte de Assunção uma expedição
fluvial com 3.200 homens de Infantaria e uma coluna terrestre de 3.000 homens
de Infantaria e de Cavalaria para a invasão paraguaia ao território brasileiro
por Mato Grosso (Idem).
O 1º Ten Floriano Peixoto servia
no 6º Batalhão de Infantaria em Uruguaiana desde dezembro de 1864, onde
comandava a 7ª Companhia, e tinha a missão de executar fortificações na vila.
Foi elemento fundamental na luta contra a invasão a Uruguaiana, quando comandou
uma flotilha artilhada no rio Uruguai (Fonttes, 2013, p. 21).
1865
Janeiro - assume o Comando das
Armas do RS o Tenente-General João Frederico Caldwell (Idem, p. 14).
7 de janeiro - Em consequência da
iminente ofensiva paraguaia, o Império Brasileiro criou o Corpo de Voluntários
da Pátria (CVP) pelo Decreto nº 3.371, desta data (Fonttes, 2013, p. 12).
1 de maio - Argentina, Brasil e
Uruguai assinam em Buenos Aires o Tratado da Tríplice Aliança (Machado, 2010,
p. 17).
8 de maio - chega a São Borja a
notícia de que uma força de 11.000 paraguaios estaria em marcha pronta para
invadir São Thomé e São Borja. A população de São Thomé abandona a vila (Idem,
p. 12).
10 de maio - as famílias de São
Borja também abandonam a vila. Alguns dias depois, desmentidas as notícias, a
população retorna (Ibidem).
10 de junho -
Invasão de São
Borja - Os paraguaios do Corpo de Exército do Tenente-Coronel Antônio de la
Cruz Estigarribia começam a atravessar o Uruguai pelo Passo do Formigueiro,
hostilizados por mais de 300 guardas-nacionais brasileiros ao comando do
Tenente-Coronel José Ferreira Guimarães. Sobre a vila de São Borja já marchavam
2.000 dos invasores, com quatro peças de artilharia, dirigidos pelo Major
López, quando acudiu o então Coronel João Manuel Menna Barreto à frente do 1°
Batalhão de Voluntários (do Rio de Janeiro). O 22º Corpo de Provisórios,
comandado pelo Tenente-Coronel Tristão de Araújo Nóbrega, com somente 230
homens também resiste à invasão. Às 1100 h estava concluída a travessia de
Estigarribia.
As tropas brasileiras, embora
muito inferiores em número (800 homens, incluindo os guardas-nacionais),
conseguiram conter o inimigo, obrigando-o a retroceder para o Passo de São
Borja.
Menna Barreto cobriu a vila
combatendo até à noite e deu tempo para que a população se retirasse. O 1°
Batalhão de Voluntários teve 36 mortos e feridos; e a Guarda Nacional, 10.
Assim se pronunciou o Cônego de São Borja João Pedro Gay:
"À intrepidez do Coronel
Mena Barreto e do 1° batalhão de voluntários devo eu, devem três quartas partes
dos moradores de S. Borja o não termos caído prisioneiros dos paraguaios".
O inimigo só se animou a fazer a
sua entrada na vila dois dias depois deste combate, ou seja, a 12 de junho (Rio
Branco, 1999, p. 276).
11 de junho -
a Armada Brasileira
comandada pelo Chefe de Divisão (depois Almirante) Francisco Manuel Barroso da
Silva, futuro Barão do Amazonas, destroça a Armada paraguaia em Riachuelo, rio
Paraguai.
12 de junho - Estigarríbia entra
e ocupa São Borja (Almeida, 1965, p. 58). Em São Borja Estigarribia divide sua
tropa, designando uma coluna para progredir pela margem direita (lado
argentino) ao comando do Maj José Duarte e a outra ao comando dele próprio pela
margem esquerda (ldo brasileiro). Ambas, portanto, costeando o rio Uruguai.
18 de junho - Estigarríbia deixa
São Borja e dirige sua marcha para Itaqui (Idem, p. 59).
26 de junho -
combate do Botuí
entre a vanguarda das forças de Estigarribia e as tropas brasileiras do Cel
Antônio Fernandes Lima e Ten Cel Sezefredo Alves de Coelho de Mesquita
(Almeida, 1965, p. 61). Fernandes Lima ataca a vanguarda paraguaia, comandada
pelo Major José Lopez que retrai buscando melhor posição. Chega então a Brigada
de GN do Ten Cel Sezefredo, o que nos deu superioridade em efetivos. Os
brasileiros envolvem os paraguaios, que ficam confinados em um pantanal, mas
foi dizimado, perdendo 116 mortos e 120 feridos contra 40 mortos e 86 feridos
da tropa brasileira. Os paraguaios remanescentes reuniram-se ao grosso da
Divisão de Estigarribia (Donato, 1986, p. 217).
6 de julho - as forças de Antonio
de La Cruz Estigarribia ocupam Itaqui (Machado, 2010, p. 35).
7 de julho - Estigarribia ocupa
Itaqui, já evacuada pela população (Idem, p. 64).
10 de julho - o Imperador Dom
Pedro II deixa o Rio de Janeiro em direção ao Rio Grande do Sul (Ibidem, p.
65).
14 de julho - Estigarribia deixa
Itaqui e dirige sua marcha para Uruguaiana (Almeida, 1965, p. 66).
16 de julho - Dom Pedro II chega
a Rio Grande (Idem).
19 de julho - Dom Pedro II chega
a Porto Alegre (Ibidem, p. 68).
20 de julho - o Barão de Porto
Alegre, Ten Gen Reformado Manoel Marques de Souza III é nomeado para o comando
do Exército nas Missões compreendendo a linha São Borja-Uruguaiana-Quaraí-Santana
do Livramento (Almeida, 1965, p. 68).
Passagem da função de Presidente
da Província do RS de João Marcelino de Sousa Gonzaga para o Conde de Boa Vista
Francisco do Rego Barros, que acumulou a função com a de Comandante das Armas e
governou até 14 Abr 1866.
22 de julho - Após transpor o rio
Ibicuí, Estigarribia acampa nas imediações de Japejú, município de Uruguaiana.
Neste local, Estigarribia acantonou com parte de sua tropa quando foi tomado de
surpresa pelas investidas da 2ª Brigada do Cel João Antonio da Silveira, o qual
acometeu pela noite inteira os arredores da Estância do Japejú, deixando os
paraguaios em alarme. A casa da estância ficava à beira do Arroio Japejú. 4
O ataque brasileiro realmente
aconteceu precisamente às 1000 h, quando o Gen João Frederico Caldwell e Davi
Canabarro, com uma vanguarda de mil homens, se defrontam com os paraguaios, que
possuíam cavalaria e infantaria. Nossa tropa bate em retirada pela estrada
geral em direção à estância do Major Mendes devido à superioridade numérica do
inimigo, indo bivacar nesta estância. Os invasores, ao deixarem o local em
direção ao arroio Toropasso, puseram fogo na estância de Japeju e, logo
adiante, na estância de São Marcos (Fonttes, 2012, p. 52).
23 de julho - Estigarribia
transpõe o rio Ibicuí pelo Passo de santa Maria e dirige sua marcha para
Uruguaiana.
Dom Pedro II dirige-se por via
fluvial de Porto Alegre para Rio Pardo (Idem, p. 69).
26 de julho - Estigarribia
atravessa o Arroio Toropasso em direção a Uruguaiana (Ibidem, p. 70).
31 de julho - sob o comando do 1º
Ten Floriano Vieira Peixoto entram em ação no Rio Uruguai um rebocador e dois
lanchões, os quais isolam da coluna de Estigarríbia o Destacamento do Major
paraguaio Pedro Duarte, que progredia pela margem direita do rio Uruguai.
A partir de Rio Pardo Dom Pedro
II inicia sua travessia pela campanha em direção a Uruguaiana (Almeida, 1965,
p. 71).
Às margens do Arroio Toropasso,
Estigarribia teve que aguardar até 2 de agosto devido às cheias. Nas
imediações, um dos nossos vapores impedia a passagem das canoas paraguaias no
Toropasso e as comunicações entre Estigarribia e o Major Duarte. O 1º Tenente
de artilharia Floriano Peixoto, comandante da Esquadrilha do Uruguai, foi
auxiliado pelo Capitão de Fragata Alberto José Pereira Lomba nas operações, que
contava com o vapor "Uruguai" e os lanchões "São João" e
"Garibaldi", todos artilhados. O "Uruguai" põe a pique, na
embocadura do Toropasso, várias canoas paraguaias e toma outras no período de
31 de julho a 2 de agosto.
Estigarribia, antevendo o perigo
de sofrer retardamento em sua marcha, toma medidas de contra-ofensiva colocando
uma Companhia de Infantaria, um Esquadrão de Cavalaria e uma peça de Artilharia
nas barrancas do Uruguai, para fazer frente à Esquadrilha de Floriano Peixoto.
2 de agosto - o Major Pedro
Duarte chega à região de Restauracion, (hoje Paso de Los libres) (Idem, p. 73).
Estigarribia transpõe com toda sua tropa o arroio Toropasso, construindo uma
ponte de circunstância com canoas (Fonttes, 2013, p. 53).
3 de agosto - às 1700 h a 2ª
Brigada, por ordem do Brigadeiro Honorário Davi Canabarro, marcha para
Uruguaiana a fim de proteger a retirada do 4º Batalhão de Infantaria da Guarda
Nacional, que estava sob o Comando do Ten Cel Olivério Francisco Pereira.
Posteriormente este Batalhão foi incluído na 1ª Divisão Ligeira de Canabarro,
permanecendo na Vila como tropa de guarnição até a véspera desta localidade ser
atingida pela coluna paraguaia (Fonttes, 2013, p. 17).
4 de agosto - nesta noite,
Caldwell ordena à guarnição que evacue Uruguaiana, mas ainda tenta convencer os
comandantes das divisões e das brigadas a atacar. Com exceção do Barão de Jacuí
todos os demais preferem a prudência e optam por não atacar. Alegam a falta de
Infantaria, e "soldados bisonhos e mal armados" (Bormann, 1897, p.
61).
5 de agosto - Estigarribia ocupa
Uruguaiana, já evacuada pela população, e é cercado pelas tropas aliadas
(Ibidem, p. 74). A coluna paraguaia avançou sobre a vila indefesa às 1000 h,
tendo cruzado o arroio Imbaá dois dias antes. Esta força, ao atingir a 5
povoação, estava disposta em três
colunas, deslocando-se a parte de Artilharia e os Trens de bagagem no centro do
dispositivo (Fonttes, 2013, p. 26).
As forças do Coronel da Guarda
Nacional Bento Martins de Menezes, futuro Barão de Ijuí, com o seu 17º
Regimento de Cavalaria, acompanhavam os invasores, sempre na vanguarda, quando
Estigarribia invadiu a Vila deserta pela Rua Tiradentes com as três colunas.
Bento Martins tenta fazer frente aos batedores de Estigarribia, mas tudo em
vão. Alguns soldados de Bento Martins são capturados e conduzidos a um local
fora da vila, nas vizinhanças do cemitério, e degolados à vista de nossas
tropas, que assistiam de longe (Fonttes, 2013, p. 53).
15 de agosto - o Conde d’Eu
reúne-se à comitiva de Dom Pedro II em Caçapava (Ibidem, p. 78).
17 de agosto - Batalha de Yataí,
território argentino próximo a Restauracion (hoje Paso de Los Libres), entre a
vanguarda uruguaia do Gen Venâncio Flores e as tropas do Major Pedro Duarte.
Participou a 12ª Brigada Imperial, comandada pelo Ten Cel Joaquim Rodrigues
Coelho Kelly. Vitória total das tropas aliadas e prisão do comandante paraguaio
(Almeida, 1965, p. 79). Esta batalha foi a partir das 1000 h. Ficaram no campo
de batalha 1.700 homens mortos da coluna invasora, 300 feridos e 1.200
prisioneiros, entre estes, o próprio Comandante, Major Pedro Duarte que,
ferido, foi recolhido preso ao hospital da Vila. Enquanto a batalha se desenvolvia
o Ten Floriano Peixoto, com sua pequena flotilha, impedia qualquer ligação
entre as forças sitiadas em Uruguaiana e as do Major Pedro Duarte (Fonttes,
2013, p. 31).
19 de agosto - Estigarribia tenta
romper o cerco de Uruguaiana sem sucesso (Idem, p. 80).
20 de agosto - o Tenente-General
Reformado Manoel Marques de Souza III - Barão de Porto Alegre, chega a
Uruguaiana (Ibidem, p. 81).
21 de agosto - Chega a Uruguaiana
o Capitão-de-Fragata Alberto José Pereira Lomba com dois vapores, o
"Taquari" e o "Tramandaí" e duas chatas rebocadas. Esta
flotilha veio se reunir à Esquadrilha do Uruguai, do Tenente Floriano Peixoto
(Fonttes, 2013, p. 22).
21 de agosto - Manoel Marques de
Souza III (futuro Conde com Grandeza), é nomeado "General Chefe do Exército
em Operações na Província do Rio Grande do Sul". Este Exército contava com
o efetivo de 19.500 homens (Fonttes, 2013, p. 28).
Venâncio Flores transpõe o rio
Uruguai e reúne-se às tropas aliadas em Uruguaiana. O Barão de Porto Alegre
assume o comando das forças aliadas em Uruguaiana e nomeia João Frederico
Caldwell como seu Chefe de Estado-Maior (Almeida, 1965, p. 81).
23 de agosto -
Manoel Marques de
Souza III organiza as tropas em quatro divisões ao comando do Cel Francisco
Pedro de Abreu, Brigadeiro José Gomes Portinho e Cel Joaquim José Gonçalves
Fontes. A Artilharia ficou sob o comando do Capitão Manoel de Almeida Gama Lobo
d’Eça (Idem, p. 82).
2 de setembro - com a chegada do
Almirante Joaquim Marques Lisboa - Marquês de Tamandaré, a Uruguaiana, os
chefes aliados se reúnem. Presentes à reunião, além de Tamandaré: o Barão de
Porto Alegre, o General Venâncio Flores e o argentino General Wenceslao
Paunero. Flores e Paunero desejam atacar, mas Tamandaré e Porto Alegre resolvem
esperar a chegada de Dom Pedro II e também o reforço de tropas de Infantaria.
generais aliados intimam Estigarribia à rendição mediante um convênio (Ibidem,
p. 85).
5 de setembro - Estigarribia
rejeita a intimação dos aliados fazendo alusão a Leônidas e seus 300 espartanos
(Almeida, 1965, p. 87). 6
10 de setembro - o governante
argentino Brigadeiro-General Bartolomeu Mitre e o Ministro da Guerra brasileiro
Ângelo Muniz da Silva Ferraz chegam à Uruguaiana (Idem, p. 88).
11 de setembro - Dom Pedro II
chega a Uruguaiana (Ibidem).
13 de setembro - reunião dos
chefes aliados a bordo do navio Onze de Junho, presidida por Dom Pedro II, para
os planos de ataque à praça de Uruguaiana (Ibidem, p. 89).
15 de setembro - Dom Pedro II
passa em revista as tropas uruguaias e argentinas (Almeida, 1965, p. 89).
16 de setembro - Dom Pedro II
passa em revista as tropas do Brigadeiro Honorário Davi Canabarro (Idem, p.
90).
18 de setembro -
as tropas
aliadas cerram sobre as trincheiras externas de Uruguaiana e a Artilharia é
deslocada para a frente. Em função disto, o Ministro da Guerra, Ângelo Muniz da
Silva Ferraz, mais tarde "Barão de Uruguaiana" foi pessoalmente levar
ao chefe inimigo as condições de rendição impostas pelos aliados. Estava
acompanhado do Chefe do Estado-Maior do Exército do Conde de Porto Alegre,
General João Caldwell, do Major Miguel Meireles e do Major Amaral. Esta
Comitiva dirigiu-se às linhas fortificadas. Feita a intimação à rendição em
viva voz pelo Ministro Brasileiro, Estigarribia pediu-lhe que a formulasse por
escrito, a fim de conferenciar com o seu Estado-Maior. Conforme o Coronel
Augusto Fausto de Souza:
"... E sendo trazido para
esse lugar uma mesa, sobre ela foi escrita a nota e entregue a Estigarribia,
que prometeu resolver com brevidade. Voltando em seguida João Pedro Salvañach
(Major secretário de Estigarribia), depositou nas mãos do Ministro brasileiro a
declaração do Chefe inimigo, rendendo-se com a força a seu mando e pedindo a S.
M. o Imperador do Brasil que fosse garante desse ajuste" (Fonttes, 2013,
p. 37).
Estigarribia, cercado há 44 dias,
rende-se às 1500 h e entrega sua espada para o Ministro da Guerra brasileiro
Silva Ferraz. Em seguida, Dom Pedro II entra a cavalo na Vila de Uruguaiana.
5 de outubro - Dom Pedro II
inicia sua viagem de regresso à Corte chegando a 9 de novembro (Almeida, 1965,
p. 96 e 106).
*Gentil cedência de texto por Rui
Santos Vargas – Delegado em Portugal das
Academias de História Militar Terrestre do Brasil
Fontes:
ALMEIDA, Antônio da Rocha.
Efemérides dos Principais Fatos relacionados com a Campanha do Paraguai. Porto
Alegre: EDIPUCRS, 1965.
BORMANN, José Bernardino.
História da Guerra do Paraguai. Curitiba: Editora Jesuino Lopes, 1897, vol I.
ESTIGARRIBIA, Antonio de La Cruz,
Tenente-Coronel. Diário de Estigarribia-Campanha do Paraguai. In: Revista
Militar Brasileira, Rio de Janeiro, Imprensa do Exército, 1965.
FONTTES, Carlos. Retrato de uma
Rendição. Santa Maria: Pallotti, 2013.
GAY, João Pedro, Cônego. Invasão
Paraguaia. Caxias do Sul: UCS, 1980.
MACHADO, César Pires. Aspectos da
Invasão Paraguaia em São Borja. Porto Alegre: Edigal, 2010.
RIO BRANCO, Barão do. Efemérides
Brasileiras. Brasília: Senado Federal, 1999.
Imagem da capa - Fonte: Tela a
óleo de Carlos Fonttes (releitura), acervo do 8º R C Mec – Uruguaiana.
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